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3  Objectivos

Contexto da Aprendizagem

Esta UC visa instruir os seus alunos sobre os conceitos, técnicas, ferramentas e aplicações destas à construção de software fiável e seguro, de programas comprovadamente correctos. Uma introdução a cada familia de técnicas é dada mas nem todas são exploradas com todo o detalhe. A abordagem aqui explorada em profundidade introduz as familias de técnicas que permitam obter um perfil comportamental expressivo dos programas por analise, raciocínio e demonstração. Por natureza este escrutínio não é automático. No entanto, e este é o foco desta UC, este consegue ser suportado e sistematizado computacionalmente, permite uma expressividade e uma granulosidade impár quando comparado com outros métodos.

Neste sentido esta UC é complementar da UC de Desenho de Linguagens de Programação e de Compiladores -DLPC (link). Ambas estudam a essência das linguagens de programação, dos seus programas, introduzem técnicas relacionadas.

Na UC DLPC procura-se construir linguagens de programação (e respectivos compiladores) para que esses permitam a expressão ou síntese de programas expressivos, eficiente e bem comportados. Os métodos estudados permitam calcular estes programas com as garantias de eficiência e de correcção (por exemplo, relativamente ao código fonte).

Assim a safety, correcção, eficiência, expressividade analise comportamental obtidas por desenho, por cálculo, em tempo de compilação, automaticamente.

Agradecimentos

Esta UC toma apoio sobre o texto principal [2] com co-autoria de Maria João Frade, José Bacelar Almeida, Jorge Sousa Pinto e do próprio regente. Como tal, muito do material pedagógico utilizado foi preparados pelos co-autores, em particular na cobertura feita nesta UC, pela Maria João Frade. O regente agradece-os assim por tê-lo autorizado à reutilização destes slides.

Contexto e parcerias industriais/académicas

Esta UC contou na sua organização e leccionação com vários intervenientes industriais e académicos que citamos aqui (figura 2) como indicador da relevância e abertura desta UC ao meio tecnológico no qual evoluí e o seu compromisso firme e reconhecido em potenciar os seus alunos junto desta.

Estes intervenientes influenciaram, participaram na definição da componente prática, propuseram extensões a esta componente na forma de estágios, teses de mestrado, ou contratações. Estas parcerias justificaram a dinâmica escolhida e impressa na exposição teorica e prática da matéria, colaboraram em termos de investigação com a equipa docente em temáticas abordadas nesta UC o que resultou numa exposição que se pretendeu mais esclarecida.


Figure 2: parceiros e intervenientes (ordem alfabética)


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